Adele usa do seu vozeirão tão inspirado na tal "música negra" dos anos 30 para exorcizar suas mágoas de amores perdidos, destruídos pelo tempo, em belíssimas composições inspiradas nas suas próprias decepções, brigas, paixões -- e até amores platônicos (tema usado com intensidade no último álbum). E cria músicas doloridas, porém belíssimas, que ganham ainda mais relevância na voz da artista.
http://www.youtube.com/watch?v=NAc83CF8Ejk&feature=player_embedded
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Eloahrtes Criações
terça-feira, 30 de agosto de 2011
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Um desabafo... Ufa!
Olá pessoal,
Hoje acordei meio triste, na verdade bem pensativa e coloquei no papel assuntos que talvez fosse complicado serem abordados pessoalmente com minha – arranjada – família.
Bem sou uma jovem mãe de uma linda menina chamada Eloah, e muito apaixonada por ela por sinal, capaz de qualquer coisa (qualquer coisa mesmo pela felicidade e bem estar da minha filhota) dentre essas coisas engolir alguns sapos – peixes – bois – elefantes – baleias...
Tudo começa numa festinha de ressaca de carnaval, conheço o futuro pai de minha princesa, rolo vai, rolo vem... Muitos beijos e não só beijo claro! Até que o nem sempre inesperado acontece: GRÁVIDA. Pois é, a vidinha de solteira começa a ruir, nada de festinhas, baladas, bebedeiras, e piorando um pouquinho a situação o futuro papai assumiu (o bebê) mais sumiu da vida da futura mamãe. É mais não era tudo, minha família também não gostou muito da idéia.
Então o que fazer? Primeiro aceitar a nova vida, bem diferente do imaginado, mas desafiadora (é muito bom enfrentar os desafios) e acima de tudo fazer com que aquele pequeno ser desde sempre soubesse que é muito amado. Organizar a vida, aqueles gastos que iam quase todo o salário com roupas, sapatos, maquiagem, perfumes, festinhas estavam drasticamente afetados quem sabe até cortados por algum tempo. É fui descobrindo sozinha como seria dura minha vida de mamãe, mais nem tudo estava perdido, na verdade foi uma das melhores coisas que aconteceram na minha vida. Deixei de ser menos egoísta e pensar mais na minha filha.
As descobertas nem sempre são fáceis, mais podemos vê-las de diversas maneiras, resolvi encará-las da melhor forma possível, mudanças de comportamento, no corpo, nas atitudes, no pensamento – modificações turbulentas na minha vida.
Nesta fase - tudo acontecendo – nós sentimos um pouco sozinhas, na minha situação um pouco mais, porém tentava preencher minha vida com momentos bons, trabalhar (trabalhei até o último dia dela nascer) estudar (é também estava fazendo um curso técnico e não desisti por causa da gravidez) e dormir (a única coisa melhor que dormir é ver o lindo sorriso da minha filha) também adorei a fase de comprar o enxoval, mais preocupada pra não gastar muito sem necessidade, mais foi legal, ah! Fiquei doente entre o quinto e sétimo mês de gestação, precisei até ficar internada por duas vezes neste período com gravidez de risco, mas me recuperei e então nove meses passaram...
E minha vida verdadeiramente mudou, uma frase que ouvi fez então todo sentido pra mim:
“Quando nasce um bebê, nasce também uma mãe.” E eu nasci de verdade, não sentia mais falta de festas e farras, só queria ficar ali – cheirando, olhando, cuidando, amando verdadeiramente, pois somente então descobri o que é o amor, nunca qualquer sentimento que tive conseguiu ser tão grande, intenso e verdadeiro.
As dificuldades de cuidar sozinha de um bebê foram aparecendo mais acho que me sai muito bem, minha princesinha é muito saudável – porém começa nesta fase a pior parte da história: Engolir sapos.
Minha família por não aceitar minha situação: mãe solteira, não perdia a oportunidade de falar tudo que podia sobre minha nova vida.
A família do “PAI” até o nascimento de Eloah era desconhecida para mim, só tive contato com eles depois de ter o bebê. E foi então que tive que me preparar para uma dieta mais pesada de grandes espécies: peixes, bois, elefantes.
Não que fossem ruins ou não quisessem ajudar pelo contrário, mais tentar se dar bem e viver numa boa com pessoas que lhe rejeitaram antes é muito difícil. Formas de pensar bem incompatíveis era o pivô das situações adversas. Voltei a trabalhar me ajudaram muito nesta fase, pois sabia que minha filha estava sendo bem cuidada e amada enquanto estava batalhando pelo nosso futuro, também nesta fase terminei meu curso de dois anos.
Até então vocês podem perceber que eu era somente a mãe de Eloah, vida minha mesmo congelada, totalmente parada, se quer beijo rolou com ninguém. Foi que no trabalho surge uma surpresa pra mim: mudei de setor (promoção) na verdade mais trabalho, mais foi ótimo pra mim aprendi muito e devo esta parte a um rapaz que soube chegar de forma certa no meu coração.
Começamos amigos, mais da minha parte, tinha receios sobre uma nova paixão e muito preconceito por achar que eu não poderia mais ter minha própria vida só porque já tinha uma filha, é gente isso passou na minha cabeça com apenas 27 anos, foi bem difícil aceitar que eu ainda podia ser feliz como mulher, mais aos poucos ele consegui conquistar meu coração e o mais importante é loucamente apaixonado pela Eloah.
Tínhamos uma vida bem corrida, trabalhar o dia inteiro, éramos bem próximo no trabalho até demais, todos na loja perceberam mais não tinha problemas na empresa com relacionamento entre funcionários. Acabando um dia de trabalho eu ia pra casa cuidar de Eloah e ele para faculdade, ah além de morarmos bem longe um do outro.
Foi que logo chegou a fase do grude total, não conseguir ficar muito tempo longe um do outro, é foi o jeito ir morar junto – obáaaa – mais nem tudo é perfeito e principalmente na minha vida, decidimos morar na casa dele pra não pagar aluguel, temos nossa pequena casa em cima da casa na minha sogra, então precisei encontrar um lugar para Eloah ficar enquanto eu trabalhava, pois com a avó paterna não dava mais eu estaria morando muito longe para deixar e buscá-la todos os dias e ver minha filha só nos fins de semana nem pensar.
A creche: foi à solução encontrada e Eloah iria para o Pai só nos finais de semana. Seria ótimo se a palavra creche não fosse tão aterrorizante para a avó paterna de Eloah. Mais uma vez minha dieta de grandes espécies para engolir foi modificada: baleias...
No começo tive realmente receio mais eu tinha que tentar, mais os primeiros dias realmente são difíceis tem que ter a adaptação e minha pequena criança até então um bebê de um ano e quatro meses também tinha que se adaptar a vida da mamãe, nesta fase ela deixou de mamar, começou a dormir sozinha (porque dormíamos juntas) e se relacionar com outras crianças foi muito difícil pra ela, mais hoje simplesmente adora a creche, fala dos amiguinhos e que fez muito bom sentir que mesmo não sendo o melhor local (o ideal seria com a mamãe, né?) ela se senti bem e se desenvolve muito rápido.
E voltando para a vovó e detalhe da bisavó, tenho que ouvir que tudo que acontece com a menina é culpa da creche. O cabelo não está brilhoso, não come direito, chorar muito, morder, gripar, está rouca (Eloah vive por adorar gritar) mais também é culpa da creche. Fazer o quê? Paciência, isto tudo faz parte do desenvolvimento de uma criança, mais eu tenho bastante contato com as cuidadoras da creche e sei que elas fazem o melhor que podem pelos filhos de outras que acabam sendo mais delas. E vivo neste dilema sempre ter que ouvir reclamações e às vezes achar que estou sendo a pior mãe do mundo por deixar minha filha numa creche ao mesmo tempo sabendo que está sendo muito bom pra ela, é uma criança feliz, inteligente e muito saudável.
Obrigada por lerem meu desabafo,
Najla.
terça-feira, 23 de agosto de 2011
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
sexta-feira, 29 de julho de 2011
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